Assine nossa Newsletter
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Cooperativismo
  • Antifraude
  • Inovação
  • Saúde
  • Nossos especialistas
  • Reconhecimento
  • Produtos
  • + Conteúdos
    • Espaço do Médico
    • E-books
    • Notícias
    • Gestão e Finanças
    • Inova + Saúde
    • Covid-19
    • Colunistas
    • Eventos
    • Relatório de Sustentabilidade
  • Cooperativismo
  • Antifraude
  • Inovação
  • Saúde
  • Nossos especialistas
  • Reconhecimento
  • Produtos
  • + Conteúdos
    • Espaço do Médico
    • E-books
    • Notícias
    • Gestão e Finanças
    • Inova + Saúde
    • Covid-19
    • Colunistas
    • Eventos
    • Relatório de Sustentabilidade
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Seguros Unimed
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Home Colunistas

Para onde irá o dólar?

Eduardo Yuki por Eduardo Yuki
13 de janeiro de 2020
0
Para onde irá o dólar?
Share on FacebookShare on Twitter

A recente desvalorização da taxa de câmbio é resultado de alguns fatores externos e internos. Esses motivos devem continuar influenciando nos próximos trimestres, o que sustenta a possibilidade de enfraquecimento adicional da nossa moeda. Mas não extrapole os movimentos de uma semana para o futuro, pois as contas externas continuam saudáveis.

A guerra comercial entre os EUA e a China está desacelerando rapidamente a produção industrial mundial, o que prejudica o preço de commodities e as nossas exportações. Assim, o saldo comercial brasileiro tem-se deteriorado nos últimos meses.

Do lado interno, a redução da taxa de juros (taxa Selic) tem levado vários consultores financeiros a recomendar maior diversificação dos nossos investimentos, com a redução da parcela em renda fixa e o aumento de outros ativos mais arriscados. Se pudermos pensar dessa forma para nossas carteiras, por que o investidor estrangeiro também não pode chegar à conclusão parecida?

Imagine uma pessoa residente em Miami e que planeje investir US$ 100 por um ano. Suponha que ela possua duas opções: títulos de renda fixa nos EUA com remuneração de 1,7% ao ano ou letras do tesouro brasileiro com juros de 5,3% ao ano (valores aproximados do mercado financeiro). Se os recursos forem aplicados nos EUA, ela receberá, no final do primeiro ano, US$ 101,70. Um retorno pequeno, mas sem risco de calote ou variação cambial. Caso, porém, decida investir em títulos brasileiros, ela precisa converter os US$ 100 dólares à taxa de câmbio de 3,70 e aplicar R$ 370. Após um ano, ela receberá R$ 389,61 e precisará converter novamente em dólares para repatriar os recursos. Se a taxa de câmbio continuar em 3,70, ela poderá levar de volta US$ 105,3, um bom investimento. Mas se a taxa de câmbio desvalorizar para 4,00, então, ela retornará com apenas US$ 97,40. Isso mesmo, ela perdeu dinheiro.

Isso mostra que os nossos títulos públicos precisam pagar, pelo menos, a taxa de juros americana mais a expectativa de desvalorização cambial. Em outras palavras, somente vale a pena investir aqui se você acreditar que a taxa de câmbio não desvalorizará mais de 3,5% em um ano. Você consegue ter essa convicção? Eu não.

Assim, o baixo diferencial de juros tem incentivado os exportadores a deixar parte das suas receitas no exterior, e as empresas estão tomando crédito aqui para antecipar o pagamento das suas dívidas lá fora.

Nos últimos 12 meses, o resultado líquido entre a entrada e saída de divisas está negativo em US$ 31 bilhões, o que gera pressão para desvalorização cambial.

Isso não significa que estamos em crise cambial, muito longe disso. Nossas contas externas ainda estão solventes e possuímos mais de US$ 380 bilhões em reservas internacionais.

Enfim, a tendência de desvalorização cambial permanecerá enquanto a guerra comercial entre as duas principais potências mundiais persistir, e o nosso Banco Central continuar reduzindo a taxa de juros. Mas não aposte em movimentos de ruptura.

 

Tags: Alta do dólarinvestimento financeiroInvestimentosMercado FinanceiroTaxa de câmbiotaxa selic
Eduardo Yuki

Eduardo Yuki

Eduardo Yuki é formado em economia pelo IE-Unicamp e possui mestrado em Teoria Econômica pelo IPE-USP. Professor dos cursos de pós-graduação do Insper, em especial o MBA. Atua como economista e estrategista no mercado financeiro desde 2001 em instituições de primeira linha.

Veja também esses posts

Contramão

Contramão

14 de setembro de 2022
1.6k
Sincronização

Sincronização

12 de julho de 2022
1.7k
VARÍOLA DO MACACO – UM NOVO DESASTRE SANITÁRIO?

Varíola do macaco – Um novo desastre sanitário?

2 de junho de 2022
2.1k
antecipando o futuro

Antecipando o futuro

2 de junho de 2022
1.7k
Avançar post
Analgésico é paliativo

Analgésico é paliativo

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

Inova+Saúde: edição 2026 estreia série de webinars com cases vencedores

Inova+Saúde: edição 2026 estreia série de webinars com cases vencedores

por Time Conexão
13 de março de 2026
0
1.6k

Criado para identificar, valorizar e compartilhar práticas disruptivas do Sistema Unimed, o Inova+Saúde já está recebendo inscrições. E, a edição...

Novas parcerias da Seguradora proporcionam soluções integradas e ampliam cuidado aos clientes 

Novas parcerias da Seguradora proporcionam soluções integradas e ampliam cuidado aos clientes 

por Time Conexão
9 de março de 2026
0
1.6k

Oferecer um portfólio mais amplo e qualificado, com soluções simples e integradas, desde o momento da contratação. Esse é um...

Mulheres na medicina

Mulheres na Medicina

por Time Conexão
7 de dezembro de 2020
0
1.9k

A presença feminina na Medicina vem crescendo. Desde 2009, o número de mulheres que ingressa na profissão supera o de...

VARÍOLA DO MACACO – UM NOVO DESASTRE SANITÁRIO?

Varíola do macaco – Um novo desastre sanitário?

por Gonzalo Vecina
2 de junho de 2022
0
2.1k

A varíola é uma das doenças mais mortais que o homem já enfrentou. Disputa com a peste bubônica o primeiro...


Ajuda

  • Perguntas Frequentes
  • informações Regulatórias

Mais informações

  • Política de Privacidade
  • Política de Qualidade

Aplicativos

  • Super App
  • Playlist Gravidez

Canais de Atendimento

  • Ouvidoria: 0800 001 2565
  • SAC: 0800 016 6633 opção 6
  • Formulário Fale Conosco
  • Formulário de Ouvidoria

Unimed Seguradora S.A. 92.863.505/0001-06 Copyright @ 2001-2021

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Notícias
  • + Contéudos
    • Cooperativismo
    • Saúde
    • Inovação e Tecnologia
    • Espaço do Médico
    • Covid-19
    • Gestão e Finanças
    • Inova + Saúde
    • Colunistas
    • Eventos
    • E-books
    • Relatório de Sustentabilidade

© 2018 Seguros unimed