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Home Espaço do Médico

Estudo identifica fatores metabólicos que aumentam sucesso do tratamento de tumores ginecológicos

Time Conexão por Time Conexão
24 de janeiro de 2022
0
Médica de jaleco olha para a câmera sobre um fundo coral e branco
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Entre os tumores ginecológicos, o câncer de colo de útero e de ovário são os mais prevalentes, mas a doença compreende ainda os tumores de endométrio, vagina e vulva. 

Inclusive, no Brasil, o câncer de ovário, por exemplo, é a segunda neoplasia ginecológica mais comum, atrás apenas do câncer de colo do útero, segundo o Inca (Instituto Nacional de Câncer).

Uma das formas de tratamento para esses tipos de cânceres é à base de agentes da platina (cisplatina, carboplatina). No entanto, alguns pacientes podem apresentar maior sensibilidade ao componente, enquanto outros possuem resistência. 

Foi nesta temática que pesquisadores do Departamento de Ginecologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-Unifesp), em parceria com especialistas da Universidade da Califórnia, Irvine, nos Estados Unidos, resolveram se aprofundar. 

No estudo, publicado na revista Gynecologic Oncology, em outubro de 2021, eles descobriram fatores que podem indicar quais pacientes com tumores de ovário e de endométrio terão mais chance de apresentar boa resposta ao tratamento ou recidiva da doença.

Como o estudo foi feito

Os cientistas analisaram o plasma de 47 pacientes com câncer de ovário e de endométrio que foram submetidas a cirurgia e quimioterapia de primeira linha. 

Entre as mulheres, os pesquisadores dividiram dois grupos. Um deles era composto de pacientes sensíveis à platina, formado por 38 pessoas (83% da amostra), e outro das resistentes à substância, com 8 indivíduos (17%).

De acordo com os pesquisadores, o objetivo era medir as “assinaturas metabólicas” de cada paciente. Isso significa “moléculas provenientes do metabolismo presentes na circulação sanguínea que podem estar associadas a determinada enfermidade ou condição”.

De acordo com o médico Paulo D’Amora, membro do Conselho Gestor do Laboratório de Ginecologia Molecular e Metabolômica do Departamento de Ginecologia da EPM-Unifesp e bolsista do Programa Jovem Pesquisador em Centros Emergentes da FAPESP, que financiou parte do estudo, a pesquisa analisou diversas classes de compostos importantes:

  • aminoácidos valina e fenilalanina (relacionados com a imunidade);
  • lipídeos como acilcarnitinas, lisofosfatidilcolinas e esfingomielinas (associados a alterações que levam à estimulação de vias inflamatórias e ao gasto energético). 

Esse processo foi realizado por meio de uma técnica chamada espectrometria de massa, que permite identificar e quantificar substâncias em amostras biológicas e é muito utilizada em laboratórios clínicos em todo o mundo.

“Com a ajuda de um sistema de espectrometria de massa de última geração, fazemos a mensuração de íons emitidos a partir dos compostos de interesse presentes nas amostras de plasma das pacientes. Esses íons são acelerados e fragmentados dentro do espectrômetro e cada metabólito de interesse possui um padrão de fragmentação específico – uma identidade única“, disse D’Amora, em entrevista à Agência Fapesp.

Quais foram os principais resultados

Uma das descobertas é que foi possível, a partir do sangue das pacientes, identificar fatores que podem indicar quais terão mais chance de apresentar uma resposta favorável ao tratamento ou recidiva (reaparecimento) da doença.

  • Os resultados identificam alterações metabólicas em pacientes com neoplasias ginecológicas que parecem promover a carcinogênese. O metabolismo alterado de lipídios e aminoácidos cria um ambiente para transformação maligna.
  • As células que enfrentam deficiências nutricionais reprogramam seu metabolismo de uma maneira que promove a sobrevivência das células transformadas malignamente às custas do hospedeiro.
  • A resistência à platina no câncer ginecológico correlaciona-se com as assinaturas metabólicas medidas por espectrometria de massa quantitativa.

“Nossos achados indicam aumentos clinicamente significativos na sobrevida da doença em pacientes considerados sensíveis à platina”, escreveram os autores do estudo. 

De acordo com eles, a resistência à platina pode ser tratada com outras substâncias (gencitabina) em alguns pacientes. “Isso sugere que a medição pré-tratamento da resposta à platina pode oferecer insights prognósticos e terapêuticos”, concluem. 

Os achados, segundo os pesquisadores, redefinem a resposta individual do paciente e a sobrevida não em função da “resistência aos medicamentos”, mas sim em função da inerente (bioquímica) “insensibilidade aos medicamentos”.

Por que este estudo é importante?

Os resultados sugerem um futuro no qual os oncologistas poderão utilizar um exame de sangue feito no momento do diagnóstico para ajudar na tomada de decisão durante o manejo do caso. 

“Estamos trabalhando para que os biomarcadores e algoritmos descobertos no estudo atinjam níveis de validação satisfatórios exigidos pelos órgãos nacionais e internacionais de acreditação na área de medicina laboratorial e patologia clínica para que, em breve, já possamos utilizá-los na prática clínica“, afirma D’Amora.

Tags: câncer de colo de úterocâncer de ováriofatores metabólicosTratamentotumores ginecológicos
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