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Home Gestão e Finanças

Saindo do fundo do poço

Eduardo Yuki por Eduardo Yuki
30 de setembro de 2020
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Saindo do fundo do poço

Saindo do fundo do poço

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O PIB real do primeiro trimestre deste ano caiu 1,5% em relação ao quarto trimestre do ano passado. O segundo trimestre será ainda mais dramático, com queda projetada em torno de 10%, pois o isolamento social começou apenas na segunda quinzena de março. O noticiário econômico continuará depressivo por mais algum tempo.

Olhando para frente, encontramos sinais alentadores. A recuperação em alguns setores e os estímulos do governo sustentam a expectativa de recuperação da atividade no segundo semestre, a saber:

  • Redução do isolamento

A redução voluntária do isolamento social desde meados de abril contribuiu para estabilizar a atividade em maio. Indicadores diários e semanais mostram recuperação, ainda que tímida, de alguns setores da economia.  

Do lado da demanda, o faturamento do comércio varejista e os gastos em restaurantes apresentaram recuperação moderada no mês passado.

Do lado da oferta, a movimentação de pessoas para o trabalho também vem melhorando. Outros dados relevantes são o aumento do consumo de energia elétrica (Figura 1), o crescimento do fluxo de veículos pesados nas rodovias e o incremento marginal no nível de utilização da capacidade instalada da indústria.

Obviamente o nível da atividade ainda está abaixo do patamar original, mas já encontramos os primeiros sinais de melhora do consumo e da produção. 

Figura 1: Carga de energia elétrica melhorou nas últimas semanas.

Fonte: ONS e Eduardo Yuki.
  • Estímulo fiscal exorbitante.

Os estímulos fiscais anunciados até o momento somam 9,8% do PIB. O auxílio emergencial de R$ 600 deverá ser estendido por mais alguns meses, o que poderá levar o tamanho do pacote para 11,3% do PIB. 

Parte dessas medidas não representam estímulo efetivo para a atividade, como a antecipação de benefícios e a postergação de impostos. Assim, o impacto sobre a atividade econômica ficará em 4,8% do PIB, o maior impulso já visto nesse país. 

Tabela: Medidas fiscais ajudam a atividade.

Fonte: Min. Economia e Congresso Nacional. Elaboração: Eduardo Yuki. 

O programa de auxílio emergencial para trabalhadores informais, MEIs, autônomos e desempregados foi aprovado para mais de 59 milhões de pessoas até o mês passado. Ainda existem casos em reanálise e potenciais novos entrantes do cadastro único, o que poderá elevar o número de beneficiados para quase 70 milhões de pessoas. O custo desse programa emergencial deve passar dos R$ 50 bilhões por mês, valor equivalente a 13% do consumo mensal de todos brasileiros.

Um ponto interessante é que o número de elegíveis atingirá dois terços da população economicamente ativa e ficará acima do número de trabalhadores informais, MEIs, autônomos e desempregados. Isso sugere que pessoas que não estavam trabalhando antes da crise estão sendo agraciadas pelo programa. 

O impulso fiscal é exorbitante e ajudará a minimizar o impacto da crise no poder de compra das famílias. 

  • Estímulo monetário extraordinário.

O Banco Central do Brasil reduziu a taxa Selic para 3,0%, o menor patamar histórico, e sinalizou nova queda para esse mês. Além disso, implementou várias medidas extraordinárias de liberação de liquidez para o sistema financeiro. 

Em um ambiente normal, essas medidas incentivariam o mercado de crédito e o consumo das famílias. Nesse momento, a elevada incerteza deverá impedir um ciclo de expansão de novos empréstimos, mas é nítido que existe um colchão para evitar uma crise de liquidez no país. 

Além disso, a redução da incerteza ao longo do tempo com a volta da atividade possibilitará que parte dessa liquidez colabore no processo de recuperação da demanda doméstica no segundo semestre. 

Portanto, a redução voluntária do isolamento, o impulso fiscal exorbitante e o estímulo monetário extraordinário ajudarão na recuperação da atividade econômica no segundo semestre.

 

Não existe almoço grátis. 

O impulso fiscal ‘nunca antes visto’ deteriorará substancialmente as contas públicas. O resultado fiscal primário apresentará déficit de 11% do PIB, e a dívida pública bruta saltará para 94% do PIB. 

A dívida pública poderá estabilizar em torno de 110% do PIB em 2034, ou seja, manteremos a solvência fiscal no médio prazo. Importante salientar que essa projeção inclui a manutenção da lei do teto de gastos, o que implica que os gatilhos inibidores de aumento de despesas serão acionados em 2022. 

Figura 2: Dívida pública deve estabilizar em 110% do PIB em 2034, se respeitarmos a lei do teto de gastos.

Fonte: Min. Economia, Congresso Nacional e Eduardo Yuki.

Enfim, precisaremos implementar um enorme esforço fiscal nos próximos anos com forte contenção de despesas públicas para continuarmos solventes.   

Tags: atividade economicaeconomiaRecuperação Econômicaretomada economiasaindo fundo poço
Eduardo Yuki

Eduardo Yuki

Eduardo Yuki é formado em economia pelo IE-Unicamp e possui mestrado em Teoria Econômica pelo IPE-USP. Professor dos cursos de pós-graduação do Insper, em especial o MBA. Atua como economista e estrategista no mercado financeiro desde 2001 em instituições de primeira linha.

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