
Placas socioambientais começaram a ser implantadas pela Fundação Biodiversitas em Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), com apoio da Seguros Unimed. A iniciativa integra turismo ecológico, educação ambiental e conservação da biodiversidade, para promover uma experiência mais consciente aos visitantes e às comunidades locais.
“Parece algo simples, mas isso auxilia a orientar sobre a importância dos ecossistemas, além de estimular atitudes responsáveis e saudáveis. A proposta é fortalecer o turismo sustentável, ampliando o conhecimento sobre a fauna, a flora e a relevância das áreas protegidas”, disse Helton Freitas, presidente da Seguradora e presidente do Conselho Curador da entidade.
Em 2025, foram instaladas 45 placas na reserva de Canudos, como resultado direto das agendas conjuntas realizadas mensalmente entre as instituições. A ação terá continuidade este ano, com a previsão de implantação de mais 120 sinalizações, sendo 54 na Mata do Passarinho e 70 na Mata do Sossego, nas regiões da Bahia e Minas Gerais.
“Quando conectamos conservação ambiental, educação e vivência, ampliamos o conceito de cuidado. As placas são um convite à conscientização e à responsabilidade coletiva, estimulando uma relação mais equilibrada com o meio ambiente e contribuindo para a qualidade de vida das comunidades e das futuras gerações”, enfatizou o gestor.
Parceria e impacto
Iniciada em 2020, a parceria entre a Seguros Unimed e Biodiversitas tem foco na proteção de biomas como a Mata Atlântica e a Caatinga. Fundada em 1988, a instituição é reconhecida por sua atuação pioneira no Brasil, incluindo a elaboração das primeiras listas de espécies ameaçadas e o mapeamento de áreas prioritárias para preservação.
Essa atuação ambiental, consolidou o compromisso com a biodiversidade e a transição para uma economia de baixo carbono, protegendo quase 3 mil hectares de áreas protegidas, distribuídas em reservas como Mata do Sossego, Mata do Passarinho, Ninho da Tartaruga e Estação Biológica de Canudos.
Entre os resultados da cooperação, está o avanço na proteção da arara-azul-de-lear, espécie que esteve próxima da extinção na década de 1990 e que hoje tem mais de 2,5 mil indivíduos. Outro destaque foi o anúncio do apoio e monitoramento de reservas para compensar 500 toneladas de CO2 ao ano, unindo tecnologia de satélite e conservação.

















