
A busca por modelos assistenciais mais seguros e eficientes está transformando a saúde suplementar. Durante a 31ª Feira Hospitalar, em São Paulo, o presidente da Seguros Unimed, Helton Freitas, reforçou que a desospitalização não é apenas uma tendência de mercado. É uma estratégia fundamental para a segurança do paciente.
Em sua apresentação no Congresso Internacional de Serviços de Saúde, em um painel da Sociedade Brasileira de Cirurgia Ambulatorial (Sobracam), ele explicou que a proposta não é anular o modelo tradicional, mas integrá-lo de forma inteligente a novas soluções de atendimento.
“Nossa missão principal na Seguros Unimed é garantir o uso inteligente dos recursos confiados a nós, revertendo essa eficiência em segurança e qualidade clínica. Os dados mundiais da OCDE mostram que a desospitalização já é o padrão para procedimentos de média e baixa complexidade nos países desenvolvidos, funcionando também como uma importante barreira contra riscos de infecções hospitalares”, reforçou Helton Freitas.
O Impacto da Cirurgia Ambulatorial na Redução de Riscos
O ambiente cirúrgico ambulatorial atua como uma barreira de proteção ao paciente por dois motivos principais:
- Mitigação de infecções cruzadas: reduz o tempo de exposição ao ambiente hospitalar de alta complexidade.
- Prevenção de eventos adversos: minimiza os riscos inerentes a internações prolongadas.
O cenário das infecções hospitalares no Brasil
Para ilustrar a urgência da desospitalização, no painel foram apresentados dados da Associação Médica Brasileira (AMB), que revelam o cenário nacional:
- As infecções hospitalares atingem de 5% a 14% das internações no país.
- O problema resulta em mais de 45 mil óbitos por ano no Brasil.
Presença Unificada na Feira Hospitalar
Refletindo a intercooperação do sistema, as “casas nacionais” do Sistema Unimed partilharam o mesmo estande durante o evento em São Paulo. O espaço integrado reuniu a Seguros Unimed, Unimed Participações, Unimed do Brasil, Unimed CNU e Faculdade Unimed.


















