
A Seguros Unimed participa do Workshop de Intercâmbio, que iniciou na última quarta-feira (17) e é realizado pela Unimed do Brasil, com patrocínio da Central Nacional Unimed. Em sua oitava edição, o evento termina hoje (19) e teve participação de Helton Freitas, presidente da Seguros Unimed, na abertura. Sem poder comparecer ao vivo, ele gravou um vídeo, ressaltando a importância do encontro.
“Fiz questão de gravar essa mensagem para reforçar que a nossa Seguradora faz parte e acredita no Intercâmbio nacional. E, neste momento de rápidas transformações no mercado, ele precisa ser fortalecido ainda mais. Vejo esse evento como uma grande oportunidade para estarmos juntos e conectados para debater os desafios da saúde suplementar e identificar alternativas que nos levem ao futuro”, declarou.
Ainda de acordo com o dirigente, o Sistema Unimed tem três pilares fortes, que são as bases do cooperativismo médico: marca única; área de abrangência das singulares, que as torna complementares, e o Intercâmbio Nacional. Portanto, afirmou, cada uma delas deve ser reforçada, sem abrir mão de manter um olhar atento às movimentações do mercado, flexibilidade e abertura para novas possibilidades.
“A troca de serviços dentro do sistema é uma das melhores expressões de intercooperação que eu conheço, nessas décadas dedicadas à Unimed. É o que nos permite estar em cada localidade deste País. O Intercâmbio demanda um processo de melhoria contínua, que está sendo, agora, conduzido de maneira séria e efetiva pela diretoria da Unimed do Brasil”, ressaltou Freitas aos espectadores.

Palestras
Na ocasião, a Companhia teve espaço para a realização de duas apresentações online no Workshop de Intercâmbio, ambas no primeiro dia: “Atenção Primária à Saúde (APS)”, ministrada por Luis Fernando Rolim, diretor executivo; e “Bases Históricas e Fundamentos do DRG”, com Fábio Gastal, superintendente de Novos Negócios da Seguros Unimed e diretor acadêmico da Faculdade Unimed.
“É o cuidado da pessoa como um todo, olhar os valores, a cultura dela, a inserção social para pensar na questão do cuidado integral e abrangente”, declarou Rolim, ao ressaltar a importância da tecnologia para a implementação da APS. “À medida que temos tecnologias que monitoram as pessoas — ela se acompanha junto com seu médico, com sua equipe — esse cuidado continuado vai ficando mais facilitado ao longo do tempo”, completou.
“DRG é um conceito baseado na clínica, na Classificação Mundial de Doenças [CID], que permite uma classificação de casos de assistência hospitalar de forma homogênea, na qual essas categorias são mutuamente excludentes. De maneira resumida, é uma metodologia de categorização de pacientes internados em hospitais, de acordo com a complexidade assistencial”, explicou Gastal.















