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Home Gestão e Finanças

Alta dos juros: como isso afeta as suas finanças?

Time Conexão por Time Conexão
28 de setembro de 2021
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Alta dos juros: como isso afeta as suas finanças?

Estetoscópio azul marinho conectado a uma calculadora azul em um fundo também azul com bordas brancas.

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A taxa Selic, indicador que estabelece os juros básicos da economia brasileira, acumula cinco altas consecutivas em 2021 e segue com perspectiva de crescimento para os próximos meses. Nesse cenário, saímos da menor baixa histórica dos juros (2% ao ano), patamar atingido em agosto de 2020 e mantido até março de 2021, para uma taxa de 6,25%, definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom), em setembro de 2021.

A reversão de tendência se justifica pelo aumento da inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que acumula alta de quase 10% em 12 meses (entre agosto de 2020 e agosto de 2021). O principal instrumento para controlar o avanço inflacionário é a taxa Selic, pois gera um efeito amplo na economia, desestimulando o consumo e levando à redução da inflação.

Para além desse contexto, como a alta dos juros afeta diretamente as suas finanças? O aumento dos juros representa um maior custo para a captação do dinheiro. Em outras palavras, o dinheiro fica mais caro. Por isso, há duas perspectivas que precisam ser levadas em conta: a de quem depende de crédito ou está endividado e a de quem tem dinheiro para emprestar, ou seja, para investir.

O efeito da expansão da taxa Selic, portanto, vai depender da sua situação financeira atual e das perspectivas que você tem para o curto e médio prazo, pois essa tendência de alta deve se manter pelo menos até 2022. Entretanto, vale ressaltar que nesse cenário também há importantes consequências macroeconômicas para todos nós.

Juros e investimentos

Com a alta dos juros, os investimentos de renda fixa ficam mais atrativos — isso vale até mesmo para a poupança, que, dependendo do contexto, pode ser mais vantajosa do que algumas aplicações de renda fixa. O importante é saber que há oportunidade para incrementar os investimentos com a alta dos juros, mas é preciso ficar muito atento a alguns fatores, como:

  • inflação;
  • taxa de administração;
  • tributação;
  • rendimento efetivo;
  • diversificação.

Qualquer investimento, para ser minimamente vantajoso, precisa superar a taxa de inflação. A análise desse indicador deve estar presente na hora de definir onde o seu dinheiro será investido. Ao comparar diferentes tipos de investimento, os custos devem ser considerados, abrangendo tanto a taxa de administração quanto a tributação.

Uma aplicação que oferece um rendimento pouco superior ao que a poupança está pagando atualmente pode se tornar um mau negócio quando calculado o impacto da taxa de administração ou da tributação aplicada.

Com a Selic a 6,25% ao ano, a poupança passa a render 4,38% ao ano (percentual que corresponde a 70% da Selic + TR), sem incidência de tributos ou taxa de administração. Dessa forma, antes de investir, desconte do rendimento a taxa de administração e os tributos para avaliar se o retorno supera a poupança — que se torna mais atrativa à medida que a taxa de juros sobe.

Os títulos do Tesouro Direto e as aplicações que remuneram a partir de 100% do CDI são opções interessantes, observados os custos associados, mas é fundamental diversificar a carteira, buscando uma composição compatível com seus objetivos e perfil de investidor.

Juros e crédito

Já quem precisa captar dinheiro encontra uma situação mais complexa com a alta dos juros. As taxas de empréstimo e financiamento ficam mais caras. O custo das dívidas também aumenta. Nesse contexto, é preciso avaliar, ainda, se a taxa de juros praticada no mercado costuma ser maior do que a estabelecida pela Selic.

O cheque especial, por exemplo, pode alcançar a taxa de 8% ao mês (equivalente a mais de 151% ao ano) e o rotativo do cartão de crédito, dependendo da instituição financeira, pode passar de 880%, segundo a apuração mais recente do Banco Central.

Nesse cenário, o endividamento por meio de empréstimo ou financiamento só fará sentido se for para fazer algum investimento que vá gerar um bom retorno no futuro. É o caso da expansão do seu negócio, por exemplo. A substituição de dívidas mais caras por outras mais baratas, se for possível, é outra opção para aliviar o peso dos juros sobre suas finanças.

Tags: alta dos jurosdiversificaçãoFinançasInflaçãoInvestimentostaxa selic
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