A preservação ambiental deixou de ser uma pauta restrita a especialistas e ativistas: é um compromisso estratégico para as empresas que desejam ser relevantes à sociedade. Foi com essa concepção que Helton Freitas, presidente da Seguros Unimed, defendeu o engajamento corporativo na agenda sustentável, durante o VII Congresso Brasileiro de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), na última terça (22), em Belo Horizonte (MG).
“Nós precisamos ter compromisso com a acionista, com os colaboradores, com o cliente. Mas também é fundamental ter compromisso com a sociedade. As empresas têm que atingir a dimensão da relevância social. E, a causa ambiental, pode ser, sim, um dos grandes pilares dessa relevância social, que as empresas podem oferecer às sociedades nas quais atuam”, afirmou.
Em nome da Fundação Biodiversitas, organização apoiada pela Companhia e onde atua como presidente do Conselho Curador, Freitas destacou que é esse compromisso que legitima a atuação das organizações no longo prazo. Também lembrou que a defesa da biodiversidade está diretamente ligada à preservação do meio ambiente. E reforçou que iniciativas como as RPPNs são exemplos de estratégia eficaz e de alto impacto.
“A biodiversidade é uma proxy. É um jeito de falar da preservação ambiental. Não existe biodiversidade em ambiente degradado”, disse, ao ressaltar a importância de um ambientalismo com base na ciência, capaz de construir soluções concretas e sustentáveis. “Muito mais do que uma causa, temos um fundamento técnico e científico. Isso precisa voltar para a nossa pauta”, finalizou o presidente da Seguradora.
ESG no discurso e na prática
Com apoio da Seguros Unimed, quase três mil hectares — o equivalente a 4,2 mil campos de futebol — estão, hoje, sob proteção ambiental privada. Eles são a soma de quatro Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), em dois biomas: Mata Atlântica e Caatinga. Todos são administrados pela Fundação Biodiversitas, com quem a Seguros Unimed tem parceria desde 2019. Saiba mais, clicando aqui.